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youtu.be 26/12/2025 SRT Cafe Digital

We’re Experts in Fascism. We’re Leaving the U.S. | NYT Opinion

Por New York Times Opinion

Democracia autoritarismo Imigração Politica

Conteudo

TLDR;

O historiador de totalitarismo está deixando os EUA para a Universidade de Toronto porque quer realizar seu trabalho sem medo de punição por suas palavras, aprendendo com a lição de 1933 de sair mais cedo.. Ele identifica sinais de fascismo como deportações sem julgamento, purgas no FBI para silenciar opositores e uma crise constitucional sob Trump.. Pretende criar centros de resistência em locais seguros, inspirado nos russos, para organizar americanos diante de uma possível crise política nos EUA.

Resumo

Um historiador especializado em totalitarismo e retórica fascista alerta para uma crise constitucional nos Estados Unidos sob a administração Trump, com deportações em massa sem julgamento, purgas no FBI para silenciar opositores e um clima de medo que paralisa a sociedade. Ele decide deixar os EUA para a Universidade de Toronto, inspirado na lição de 1933 na Alemanha nazista: saia cedo. Critica a fé cega nos "checks and balances", comparando-a a passageiros do Titanic negando o naufrágio, e rejeita o excepcionalismo americano, que mascara o avanço do autoritarismo sob o disfarce de "liberdade". Usando conceitos russos como impunidade (poderes sem limites), paralisia pelo terror e "bespredel" (sem fundo, corrupção existencial), descreve a normalização de crueldades, como vídeos de deportações e sadismo político. Cita Toni Morrison sobre o declínio gradual para soluções finais e exorta à ação: criar centros de resistência, plataformas para democratas com energia positiva, valorizando mídia, universidades e tribunais, como na Polônia, onde críticas jornalísticas restauraram a democracia. Em sociedade fascista, questiona-se constantemente a própria segurança; o objetivo é um país sem esse medo constante. (198 palavras)