startups.com.br 23/02/2026 MD Sandbox

Startup brasileira capta R$ 10M para criar “economia sem CEP” - Startups

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Conteudo

TLDR;

A Tools for the Commons é uma startup brasileira fundada em 2024 que atua como marketplace de jurisdições, desenvolvendo infraestrutura digital e institucional para zonas econômicas especiais conectadas em rede via blockchain, permitindo que empresas e trabalhadores escolham ambientes com menos burocracia e carga tributária otimizada sem depender de CEP fixo.. A "economia sem CEP" propõe um "estado em rede" de múltiplas jurisdições descentralizadas com regras próprias de governança, inspiradas em modelos como Singapura ou Dubai, focando em eficiência para a economia digital desmaterializada.. Os R$ 10 milhões captados em rodada pré-seed serão usados principalmente para atração de residentes e empresas, desenvolvimento comercial, expansão do portfólio de zonas como Zanzibar e Honduras, e meta de 4 a 8 zonas ativas com 1.000 a 10.000 empresas até o fim do ano.

Resumo

A startup brasileira Tools for the Commons, fundada em 2024 por Hugo Mathecowitsch, captou R$ 10 milhões em rodada pré-seed para revolucionar o empreendedorismo ao criar zonas econômicas especiais físicas e digitais interconectadas por blockchain. A plataforma funciona como um marketplace de jurisdições, permitindo que empresas e trabalhadores da economia digital escolham ambientes com regras próprias, menor burocracia, carga tributária otimizada e modelos de governança inovadores, sem depender de um CEP fixo. O conceito de “estado em rede” visa formar cidades descentralizadas inspiradas em Singapura, Dubai ou Shenzhen, com infraestrutura digital desde o início. Já em operação beta, a empresa distribui acesso a duas zonas: uma em Zanzibar (África), com acordo para desenvolver códigos comerciais e civis próprios, e outra em Honduras, ligada à autônoma Próspera, focada em inovações tecnológicas. Hugo destaca a necessidade de parcerias com governos, mantendo o direito penal sob responsabilidade estatal, enquanto temas cíveis ganham autonomia parcial. Investidores incluem 468 Capital, Sthorm, Tanssi, Coins e Grupo OSPA. Os recursos priorizarão atração de residentes e empresas, expansão para América Latina, África e Ásia, com meta de 4 a 8 zonas ativas e 1.000 a 10.000 companhias até o fim do ano. O Brasil, com expertise em fintech como Pix, é base estratégica para exportar esse modelo à economia desmaterializada. (198 palavras)