O GOVERNO está SEM DINHEIRO e NINGUÉM está falando disso
Por Nanda Guardian
Conteudo
TLDR;
O apagão fiscal previsto para 2027 representa o risco de paralisia da máquina pública devido ao excesso de endividamento e à má gestão do governo socialista, que gasta tudo o que arrecada sem equalizar contas.. Apesar do recorde de arrecadação, o governo não paga dívidas nem baixa gastos, usando mais receita como permissão para gastar ainda mais e manter o poder.. As consequências incluem juros cada vez mais altos para rolar a dívida, perda de credores, insolvência e parada forçada dos gastos por falta de dinheiro, podendo ocorrer antes de 2027 com a proximidade das eleições.
Resumo
Em uma entrevista com Otávio Facura (FAC), discute-se o risco iminente de um "apagão fiscal" no Brasil, previsto para 2027, mas que pode ocorrer antes devido à péssima gestão fiscal do governo socialista, caracterizada por gastos excessivos para manter o poder, apesar de recordes de arrecadação. Em vez de equalizar contas ou pagar dívidas, o governo usa toda a receita para novas despesas, agravadas pela proximidade das eleições, quando o desespero por gastos aumenta. O Brasil enfrenta endividamento elevado, com juros altíssimos – os mais caros do mundo –, pior gestão que países como Japão, Itália e EUA, e um real fraco, com alívio cambial temporário apenas pela desvalorização global do dólar (contra euro e libra, segue depreciado). Consequências práticas incluem juros explosivos para rolar a dívida, perda de credores, insolvência e paralisia da máquina pública quando o dinheiro acabar, sem perspectiva de corte de juros sem prudência fiscal. Há ainda risco de controle de capitais via aumento do IOF, dificultando remessas ao exterior e dolarização de patrimônio, evocando crises como 2002, com dólar podendo chegar a R$ 8. Facura recomenda diversificação global para mitigar riscos. (198 palavras)