o CEO da Palantir surtou ao vivo na CNBC
Surtada ao vivo: CEO da Palantir explode em entrevista na CNBC
Conteudo
TLDR;
Alex Karp foi à CNBC para anunciar um acordo com a Nvidia e acabou protagonizando uma entrevista de 20 minutos em que fez um breakdown exibindo frustração ao dizer que a IA vendida por grandes laboratórios não gera o valor prometido e chegou a acusar "roubo" de propriedade intelectual. Ele protestou porque, na visão dele, empresas e clientes não conseguem extrair valor dos modelos, os custos com tokens estouram orçamentos e a Palantir busca vender soluções completas e cobrar por resultado em vez de por volume. O episódio sinaliza a aposta da Palantir em vender aplicação+modelo+compute cobrando um percentual pelo resultado, intensifica o debate sobre como remunerar laboratórios de IA e pode influenciar mudanças de modelo de negócio no setor.
Resumo
O vídeo discute ceticismo crescente sobre o valor prático da IA nas empresas, citando limites internos de uso anunciados por Elon Musk como sinal de que até grandes operações estão controlando custos; muitos executivos reclamam que os modelos consomem tokens demais, estouram orçamentos (Uber, Microsoft, Meta) e não entregam valor claro, além de supostamente “roubarem” propriedade intelectual. A entrevista de Alex Karp, CEO da Palantir, na CNBC é o foco: ele alega perda de confiança nas grandes labs de IA (OpenAI, Anthropic), critica a venda de modelos “puros” e propõe oferecer produto completo — modelo + camada de aplicação + compute (possivelmente com Nvidia) — cobrando por resultado, ou seja, um percentual do valor gerado, em vez de tarifar por tokens. Karp também sinaliza que empresas podem pegar modelos abertos e pós-treiná‑los para controlar pesos e extrair mais utilidade. O discurso tem tom de venda do próprio serviço da Palantir e apela a clientes governamentais e infraestrutura crítica, onde a empresa já atua. Há menção a alternativas de precificação (pagar por resultado) e à ideia, sugerida por Sam Altman, de dividir receitas geradas pela IA, além da observação de que o mercado pode migrar para modelos que cobrem pelo impacto real em vez do volume de uso.