forbes.com 26/12/2025 Cafe Digital

www.forbes.com/sites/timworstall/2014/07/07/googles-larry-page-on-the-40-hour-work-week-jm-keynes-got-there-first/

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Economia Futuro do Trabalho Emprego Produtividade

Conteudo

TLDR;

Larry Page afirma que a quantidade de trabalho necessária para suprir as necessidades básicas é muito pequena (ele sugeriu menos de 1%) e por isso a semana de 40 horas poderia ser reduzida. O artigo explica que a redução de horas de trabalho já acontece há quase dois séculos, sobretudo porque ganhos de produtividade e tecnologia transformam renda em mais lazer. Benefícios corporativos como refeições e lavanderia no local substituem trabalho doméstico não remunerado e podem aumentar o lazer mesmo quando a jornada formal é mais longa.

Resumo

Neste artigo Tim Worstall comenta a sugestão de Larry Page de que a semana de trabalho de 40 horas deveria ser abandonada, lembrando que economistas observam queda das horas trabalhadas há séculos, porque à medida que a sociedade enriquece parte do aumento de renda é convertida em lazer. Page afirmou que menos de 1% precisaria trabalhar para suprir essenciais e propôs redução coordenada da jornada — ideia que Sergey Brin considera prematura — enquanto Worstall lembra que Keynes previa, em 1930, semanas de 15 horas com ganhos de produtividade. Worstall explica que a redução ocorreu diferente: além do trabalho remunerado e do lazer há o tempo pessoal e o trabalho doméstico não remunerado (cozinhar, limpar, cuidar de filhos), cuja carga caiu graças a tecnologias e serviços, reduzindo horas domésticas e ampliando o lazer real. A divisão por gênero e entre países varia, mas o efeito líquido foi mais tempo livre. O autor observa que benefícios corporativos como alimentação e lavanderia no local substituem tarefas domésticas, que empregados com jornadas mais longas podem ter mais lazer que trabalhadores em jornadas menores sem tais serviços. Conclui que a redução das horas de trabalho já está em curso e ainda tende a continuar.