Ecosia’s odious greenwashing — now with AI
Ecosia, a busca que planta árvores, é acusada de greenwashing com ajuda da inteligência artificial.
Conteudo
TLDR;
Ecosia pratica greenwashing ao rotular sua IA como "verde" sem provar que a IA funciona com energia limpa nem divulgar números reais de consumo de energia de treinamento e inferência. A IA é um chatbot e um recurso de busca baseados em tecnologias da OpenAI/Mistral hospedadas na Europa, mas falha em precisão, dá respostas erradas e chega a confundir pessoas distintas. Usuários rejeitam a IA (que só ganhou um opt‑out por padrão) e funcionários denunciaram táticas anti‑sindicais e más práticas de gestão na empresa.
Resumo
Ecosia se apresenta como um buscador verde que usa receitas de anúncios para plantar árvores, mas, na prática, é basicamente o Microsoft Bing reembalado com publicidade própria; em 2024 a empresa acrescentou recursos de IA (chatbot e busca) baseados em OpenAI e num modelo Mistral hospedado na Europa e passou a rotular isso de “green AI”, mas sem fornecer números verificáveis de consumo energético de treinamento e inferência. O apresentador critica essa postura como greenwashing: Ecosia afirma gerar mais energia renovável do que suas funções de IA consomem, porém não diz que a IA roda direto em energia limpa, e gerar energia renovável depois não compensa emissões já produzidas. Os relatórios financeiros mensais são vagos e falta transparência (sem planilhas detalhadas). Usuários rejeitam a IA, que dá respostas erradas e confunde pessoas; a opção de descadastramento é padrão opt-out. Internamente há denúncias no Glassdoor sobre desrespeito aos usuários, perseguição a quem tenta formar conselho de trabalhadores e práticas anti‑sindicais. A melhor forma de reduzir impacto, afirma, seria simplesmente não oferecer IA; e quem quiser defender a Ecosia precisa apresentar números checáveis. Sem esses dados claros, a alegação ambiental perde credibilidade e usuários preocupados com clima deveriam exigir transparência e responsabilidade.