Dan Ives Talks New Moves in the AI Revolution
Dan Ives fala sobre as novas jogadas na revolução da inteligência artificial
Conteudo
TLDR;
Ele saiu do Wedbush para criar a Yorkville Ives, um modern merchant bank focado em pesquisa e financiamento de tecnologia e inovação, retomando o papel de orientar investidores neste ciclo. Ele vê a IA como a quarta revolução industrial, acredita que os EUA estão à frente da China hoje, mas alerta que a China segue investindo forte e que entraves políticos à construção de data centers nos EUA podem beneficiá‑la. Defende que a onda é movida por demanda esmagadora por chips e data centers, com poucos fabricantes controlando a oferta e os hyperscalers precisando manter capex alto para garantir seu lugar na "strip" competitiva.
Resumo
Dan Ives explicou que deixou a Wedbush para criar, na Yorkville, um “merchant bank” moderno focado em tecnologia e energia, com pesquisa independente voltada à quarta revolução industrial; está no processo de obter licença de pesquisa e procura dobrar a aposta no papel orientador que desempenha para investidores. Ele também esclareceu que saiu de projetos de cripto (Worldcoin/ICO) para simplificar atividades. Ives compara a onda de investimento em IA à construção do Strip de Las Vegas, onde hyperscalers como Microsoft (com Satya Nadella como “North Star”) buscam garantir uma posição dominante — quem ficar de fora perde o “hotel” no centro da ação. Destacou que a atual fase é impulsionada por demanda robusta por chips e data centers, com oferta apertada e fabricantes de semicondutores detendo as cartas; a maior ameaça, segundo ele, é política — moratórias e dificuldade para aprovar data centers nos EUA que favoreçam a China, que tem forte apoio governamental em tecnologia, nuclear e robótica. Em suma, Ives vê um boom de inovação; mencionou a analogia do Jenga, comparou memória e chips e ressaltou retorno positivo de investidores globais em escala, além da necessidade contínua de capex e risco real se o avanço de infraestrutura for freado politicamente.