🇺🇸 EUA EM COLAPSO SOCIAL: “MORTES POR DESESPERO” E O FIM DO SONHO AMERICANO
Por MyNews Vida & Previdência
Conteudo
TLDR;
As "mortes por desespero" referem-se a óbitos causados por opioides, abuso de drogas, alcoolismo, suicídio e depressão, que matam cerca de 80 mil americanos por ano, superando a violência no Brasil.. A expectativa de vida nos EUA está caindo desde antes da pandemia, especialmente entre homens adultos jovens, onde um jovem de 18 anos tem maior probabilidade de morrer antes dos 50 do que no Bangladesh.. Esse fenômeno ocorre nos EUA devido à insegurança econômica, falta de saúde pública e previdência, e uma cultura competitiva agressiva que faz americanos medianos se sentirem perdedores, ao contrário da Europa com sua proteção social e valores humanistas.
Resumo
Nos Estados Unidos, observa-se um inédito fenômeno demográfico de "mortes por desespero", tema do estudo premiado com Nobel de Economia de Angus Deaton, que causa queda na expectativa de vida ao nascer, especialmente entre homens adultos jovens. Para um jovem masculino de 18 anos, a chance de morrer antes dos 50 é maior nos EUA do que no Bangladesh, impulsionada por cerca de 80 mil mortes anuais por opioides (mais que a violência no Brasil), alcoolismo, suicídio e depressão. Essa crise, anterior e agravada pela pandemia, afeta uma população frustrada, sem perspectiva no "sonho americano", que perdeu fé nas instituições e apoia figuras como Trump. Diferente da Europa, onde proteções sociais, saúde pública, previdência e uma visão humanista priorizam o bem-viver sobre ostentação e competição feroz, os EUA fomentam uma cultura corrosiva: um americano de renda mediana, entre os 5% mais ricos do mundo globalmente, sente-se um "perdedor" localmente. Em contraste, o Brasil preserva uma abordagem lúdica e alegre à vida, como exemplificado no cortejo do Boi Macuca em Pernambuco, onde pessoas simples dançam felizes, erguendo plaquinhas de "paz" em meio a conflitos globais, revelando uma resiliência cultural única. (198 palavras)