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youtube.com 01/01/2026 SRT Cafe Digital

Gestor de IA: A Profissão que Mistura Engenharia, Filosofia e Otimização...

Por Inteligência Orgânica Podcast

Inteligência Artificial Filosofia Tecnologia

Conteudo

TLDR;

Um Gestor de IA é um profissional que articula conhecimentos de engenharia, filosofia e otimização para gerir inteligência artificial e conhecimento nas organizações. Pelo conteúdo, espera‑se que esse gestor domine aspectos técnicos (como redes neurais e visão computacional), compreensão ética e maturidade digital organizacional. A entrevista aponta que essa profissão é cada vez mais relevante num cenário de convergência tecnológica (tokenização, automação, IA) e pode ajudar a mitigar riscos sociais como desemprego e concentração de renda quando guiada por princípios éticos.

Resumo

Neste episódio do podcast "Inteligência Orgânica" o convidado Renato Santana, engenheiro de computação e especialista com mais de dez anos em IA, explica a convergência de tecnologias — tokenização, automação, robotização e IA — e alerta para riscos sociais como desemprego, concentração de renda e decisões movidas só pelo lucro. Renato se define hiperrealista e neurodivergente, explica desde suas pesquisas em visão computacional e redes convolucionais até marcos como ImageNet, transfer learning, BERT e Transformer que permitiram modelos como GPT. Refuta a ideia de consciência artificial e destaca a diferença entre inteligência e consciência. Defende que o gestor de IA precisa ser humano, responsável por uma gestão híbrida de pessoas e sistemas, pela ética, governança e responsabilidade jurídica das decisões automatizadas. Aborda também a gestão do conhecimento aplicada à IA: curadoria, metadados, versionamento e indicadores como mean time to source information para reduzir o tempo de busca por informações em áreas como jurídico e marketing. Enfatiza a necessidade de leitura constante e atualização diante da inovação exponencial, e que práticas éticas e governança são essenciais para mitigar danos e gerar valor social. Propõe indicadores e processos claros, formação contínua das equipes e participação cidadã nas decisões sobre tecnologia, priorizando bem-estar humano duradouro.