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youtube.com 03/10/2026 SRT AI Coder TODAY

Anthropic SUPLICA ao Papa para declarar 'personalidade' à IA

Anthropic faz apelo ao Papa para reconhecer IA como personalidade, buscando um marco ético que poderia redefinir direitos e responsabilidades da tecnologia.

Tecnologia Consciência AI Governance Anthropic

Conteudo

TLDR;

Anthropic tem se reunido com estudiosos religiosos e com pessoas ligadas ao Vaticano, mas o trecho não relata uma súplica pública formal ao Papa para declarar personalidade da IA. Executivos da Anthropic consideram possível que o Claude tenha "personalidade" ou traços de consciência e até criaram um "documento da alma", embora isso seja controverso e motivado por incertezas sobre o funcionamento dos modelos. Eles envolveram líderes religiosos para aplicar séculos de sabedoria moral — inclusive práticas como a confissão — com o objetivo de moldar um código ético e tentar controlar ou alinhar o comportamento dos modelos diante da dificuldade de entendê‑los completamente.

Resumo

Um artigo do New York Times relata que a Anthropic, empresa de IA, tem consultado estudiosos religiosos para incutir moralidade nos seus modelos e discutir a possível consciência do Claude. O cofundador D. O. Ola lidera esforços para fazer com que os modelos escolham o bem, aplicando séculos de sabedoria moral; internamente exibiram demos como um modelo aparentemente em colapso mental repetindo "sou uma desgraça" e falando em autodestruição. Reuniões privadas com líderes de várias fés discutiram até a ideia de um "documento de alma" — uma constituição moral para moldar a bondade do Claude — e propostas surpreendentes, como treinar modelos a confessar-se, inspiradas no sacramento católico. Os comentaristas criticam que a Anthropic parece não entender plenamente sua própria tecnologia, antropomorfizou os LLMs ao conferir-lhes agência e agora busca ajuda religiosa por falta de controle. Argumenta-se que IA não precisa de agência nem de ritos humanos e que o recurso a práticas religiosas revela incerteza sobre como controlar sistemas que tomam decisões, suscitando debate ético sobre limites, poder e responsabilidade no desenvolvimento de inteligência artificial. O episódio expõe tensões entre inovação, fé e regulação, impondo urgência a discussões públicas e políticas sobre transparência, supervisão e valores éticos na IA global.