What 3 years pushing AI coding did to my dev team
Uma equipe de desenvolvedores vivenciou transformações significativas após 3 anos trabalhando com inteligência artificial na codificação.
Conteudo
TLDR;
A equipe de 20 desenvolvedores resistiu fortemente por três anos ao uso de IA para codificação, mas nos últimos seis meses começou a adotá-la para scripts, specs técnicas e implementação mais rápida após corrigir práticas ruins como falta de padrões de código.. A resistência inicial dos engenheiros, treinados antes da era da IA, baseava-se em críticas ao código gerado como ruim, feio, inseguro e incapaz de entender o codebase complexo sem uma identidade profissional ameaçada.. A mudança veio da persistência do líder por três anos, melhorias dramáticas no Claude, influência de desenvolvedores céticos respeitados online e reformas como padrões de código, mono repo e stack de segurança aprimorada.
Resumo
Axel, líder de uma equipe de desenvolvimento de 20 pessoas na We Use It, compartilha sua jornada de três anos adotando ferramentas de codificação com IA, como ChatGPT e Claude, apesar da forte resistência inicial de engenheiros formados antes da era da IA. Esses profissionais criticavam o código gerado como "ruim, feio, inseguro e propenso a alucinações", vendo a IA como ameaça à sua expertise artesanal, construída por anos de prática manual. Axel construiu protótipos sozinho com IA, enfrentando zombarias, mas persistiu. Há seis meses, a resistência cedeu: engenheiros começaram a usar IA discretamente para scripts e specs técnicas, acelerando entregas. A chave foi perceber que a IA expõe falhas organizacionais, como ausência de padrões de código, codebase fragmentado e vulnerabilidades. A equipe agora adota padrões rigorosos, monorepo, imagens Docker seguras, scans de vulnerabilidades e contextos atualizados via Claude. Tratam a IA como "outro desenvolvedor". A mudança veio da persistência de Axel, melhorias nas ferramentas e influência de influenciadores céticos respeitados. Axel prevê uma bifurcação na engenharia de software: gerações pré e pós-IA, com práticas fundamentalmente diferentes. (198 palavras)