www.nytimes.com/2025/07/18/books/review/empathy-paul-bloom-joe-rigney-hannah-arendt-allie-beth-stuckey.html
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Conteudo
TLDR;
A citação atribuída a Hannah Arendt sobre a morte da empatia como sinal de barbárie é falsa e circula falsamente na internet.. Figuras da direita, como Elon Musk, Joe Rigney e Allie Beth Stuckey, criticam a empatia como fraqueza explorada por progressistas e até pecado que leva à autodestruição.. Progressistas também questionam a empatia por promover complacência centrista sem ações concretas, especialmente após a eleição de Trump em 2016.
Resumo
O artigo de Jennifer Szalai, publicado no New York Times em 18 de julho de 2025, discute o debate polarizado sobre a empatia na política contemporânea, começando com uma citação falsa atribuída à filósofa Hannah Arendt: “A morte da empatia humana é um dos primeiros e mais reveladores sinais de que uma cultura está prestes a cair no barbarismo”. Essa frase falsa circula na internet e reforça a narrativa liberal de que o movimento MAGA, associado a Trump, promove insensibilidade e crueldade, como cortes em auxílios sociais, repressão a imigrantes e memes sádicos. Curiosamente, figuras da direita concordam em criticar a empatia excessiva: Elon Musk, em podcast com Joe Rogan, a chamou de “fraqueza fundamental da civilização ocidental”, um “bug” explorado por democratas, referindo-se a outros como “NPCs” (personagens não jogáveis). Livros como “Toxic Empathy”, de Allie Beth Stuckey, e “The Sin of Empathy”, de Joe Rigney, retratam a empatia como manipulação progressista contra cristãos conservadores. Até progressistas questionam a empatia pós-eleição de 2016, vendo-a como complacência centrista que prioriza sentimentos sem ação, satirizada em paródias sobre repórteres em diners de eleitores trumpistas. Assim, a empatia vira arma ideológica de ambos os lados em tempos de divisão. (198 palavras)