China aims to recruit top US scientists as Trump tries to kill the CHIPS Act
Conteudo
TLDR;
A China está tentando recrutar cientistas americanos porque a incerteza sobre o CHIPS Act e os cortes no NSF/TIP deixam pesquisadores vulneráveis e abrem espaço para ofertas externas. Se Trump conseguir eliminar ou reverter partes do CHIPS Act e as ações do DOGE continuarem a desestabilizar o NSF, financiamentos serão congelados ou cancelados, projetos e investimentos em semicondutores e pesquisa aplicada serão atrasados e talentos podem sair. O TIP é a diretoria recém-criada da NSF financiada pelo CHIPS Act com cerca de US$20 bilhões para traduzir pesquisa básica em tecnologias como IA, 6G e quantum, e sua paralisação pode retardar avanços e favorecer concorrentes como a China.
Resumo
Na terça-feira, Donald Trump deixou claro que pretende extinguir o CHIPS and Science Act — a lei bipartidária de US$280 bilhões assinada por Joe Biden em 2022 para reindustrializar a fabricação de semicondutores nos EUA — e declarou que os subsídios concedidos (US$52,7 bilhões, com US$39 bilhões aprovados inicialmente) são um desperdício, propondo em vez disso tarifas de 25% sobre importações de semicondutores. A medida já atraiu investimentos privados estimados em US$450 bilhões e beneficiou empresas como TSMC, Micron, Intel, Nvidia e Samsung, além de financiar a criação da nova diretoria do NSF, TIP, com US$20 bilhões para acelerar a transição de pesquisas em tecnologias críticas (IA, 6G, biotecnologia, quantum). A entrada do Departamento of Government Efficiency (DOGE) e cortes arbitrários de “probationary” gerou demissões que paralisaram partes da NSF e ameaçaram a operacionalidade do TIP — inclusive perdendo um técnico chave de sistemas de rastreamento — antes que uma ordem judicial obrigasse a reintegração. Associações científicas alertam que congelamentos de verbas e demissões afugentarão talentos, atrasarão projetos (como investimentos bilionários anunciados por Micron e TSMC) e podem comprometer a liderança dos EUA frente a rivais como a China. Especialistas e universidades pedem ação imediata do Congresso para preservar financiamento e confiança no sistema.