Brasil agora tem uma regra para o uso de IA na medicina
Por Olhar Digital
Conteudo
TLDR;
A resolução do Conselho Federal de Medicina define que a inteligência artificial deve servir apenas como ferramenta de apoio aos médicos, sem substituir a decisão final humana por diagnósticos e tratamentos.. As novas normas entram em vigor em 180 dias após a publicação e exigem que o uso da IA seja registrado no prontuário do paciente.. Pacientes têm o direito de recusar o uso da IA, que deve respeitar a LGPD, e médicos não são punidos por falhas exclusivas do sistema se agirem com cuidado.
Resumo
O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma resolução que regula o uso de inteligência artificial (IA) na medicina brasileira, entrando em vigor em 180 dias. A IA deve atuar apenas como ferramenta de apoio, sem substituir a decisão final do médico, que mantém a responsabilidade por diagnósticos e tratamentos. Sistemas automáticos estão proibidos de fornecer resultados ou sugestões diretamente a pacientes sem explicação profissional, e o uso da IA deve ser registrado no prontuário. Médicos preservam autonomia, não podendo ser obrigados a seguir sugestões da máquina, e pacientes têm direito de recusar a tecnologia, sendo informados previamente. O código de ética médica continua obrigatório, com isenção de punição em falhas exclusivas da IA, desde que o profissional aja com diligência e relate problemas às autoridades. Hospitais precisam criar comissões de IA e telemedicina, lideradas por médicos, para fiscalização ética, respeitando a LGPD. Em outra notícia, a Agência Espacial Europeia capturou, em novembro de 2025, o melhor registro espacial do cometa interestelar 13P/ATLAS durante missão a Júpiter, revelando detalhes de sua estrutura, gás e poeira, auxiliando estudos sobre materiais de outros sistemas estelares. Já o CEO da OpenAI, Sam Altman, interveio em disputa entre Anthropic e o Pentágono sobre IA em operações militares, negociando uso em ambientes sensíveis. Trump ordenou banir tecnologia Anthropic de agências federais, pois a empresa resiste a aplicações em armas autônomas ou vigilância em massa. (198 palavras)