oantagonista.com.br/mundo/se-odeia-os-eua-nao-venha-para-ca-diz-ted-cruz-sobre-ativista-sirio-preso/
Nenhum metadado disponivel para este link. Use o botao de reprocessar para tentar extrair informacoes.
Conteudo
TLDR;
Mahmoud Khalil é um ativista pró-Hamas, cidadão sírio com green card que foi preso pelo ICE acusado de organizar protestos favoráveis ao Hamas e está sujeito à deportação. Ted Cruz afirmou que Khalil, por não ser cidadão, é um "convidado" nos EUA e não tem direito de minar o país ou espalhar ódio e violência, apoiando a prisão e a deportação pelo governo Trump. Agentes do Departamento de Segurança Interna realizaram buscas em duas residências estudantis da Universidade de Columbia com mandados federais, num contexto em que o governo também cortou US$400 milhões em financiamentos à universidade por suposta leniência com apologia ao terrorismo.
Resumo
O senador republicano Ted Cruz afirmou apoio à prisão e iminente deportação do ativista sírio Mahmoud Khalil, acusado de organizar manifestações pró‑Hamas nos Estados Unidos, argumentando que, por não ser cidadão, Khalil não tem direito a "minar a América" ou "espalhar ódio e violência" e elogiou a ação do governo Trump, criticando democratas que se opõem à medida. Khalil, ex‑estudante da Columbia, entrou nos EUA em 2022 e obteve green card por casamento com uma cidadã americana; sua detenção pelo ICE no último fim de semana gerou reações de políticos e ativistas de esquerda que tentam impedir a deportação. Agentes do Departamento de Segurança Interna cumpriram mandados em duas residências estudantis da Universidade Columbia, ação confirmada pela presidente interina Katrina Armstrong, e enquadrada na ofensiva do governo contra instituições acadêmicas consideradas tolerantes com antissemitismo e apologias ao terrorismo. A escalada ocorre após o governo cortar US$ 400 milhões em verbas da Columbia na semana anterior. A cobertura da Crusoé destaca o conflito político entre medidas de segurança e críticas à restrição de liberdades, deixando em evidência o debate sobre imigração, liberdade de expressão e ações estatais contra ativistas pró‑Palestina, e a discussão também envolve preocupações legais, diplomáticas e humanitárias que seguem curso.