1 milhão de robôs nas fábricas: estamos diante do fim do trabalho humano? I O Impensável
Por UOL
Conteudo
TLDR;
Não — embora os robôs aumentem muito a eficiência, o conteúdo mostra que eles também criam novos tipos de emprego e a Amazon já capacitou 700.000 colaboradores para operar, programar e manter essas máquinas. Eles são orquestrados por uma inteligência artificial, como o Deep Flit, que organiza o trânsito dos robôs, acelera entregas, economiza energia e evita congestionamentos nos armazéns. Sim; além dos centros de distribuição, o vídeo mostra automação aplicada à agricultura (morangos industriais da Dyson), construção de painéis solares (robô Lumi) e até propostas de arquitetura viva e construção com lava, indicando impacto em vários setores.
Resumo
O texto descreve uma era de mudanças impulsionada por robôs, inteligência artificial e bioarquitetura: a Amazon chegou a um milhão de robôs em seus centros de distribuição, capazes de processar e distribuir milhares de pedidos por minuto, coordenados por um modelo de IA chamado Deep Flit, que evita “engarrafamentos” robóticos e aumenta eficiência enquanto a empresa capacitou 700 mil colaboradores para novas funções; a Dyson, com centros em Singapura, aplica engenharia para produzir morangos em fazendas industriais duas vezes e meia mais eficientes que a agricultura tradicional, com LEDs, sensores e braços robóticos; na Bienal de Veneza foi apresentada a Picop Plantonics, ideia de edifícios vivos feitos com cianobactérias que capturam carbono e liberam oxigênio, repensando o valor e ciclo de vida das construções; a arquiteta islandesa propõe o projeto Laviform, que usa magma e tubos geotérmicos como material construtivo, integrando força natural e design; e na Austrália robôs como Lumi instalam painéis solares 24 horas, apoiados por um fundo público de 100 milhões de dólares australianos para baratear a construção solar. O fio comum é a cocriação entre tecnologia, natureza e sociedade, e o dilema ético sobre a velocidade e limites dessa revolução.