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Conteudo
TLDR;
Rubio afirmou que Trump está avaliando “se é ou não viável” acabar com a guerra na Ucrânia e que o governo decidirá em questão de dias se isso é possível nas próximas semanas. Rubio não deixou claro se os EUA vão abandonar seus esforços ou compromissos com Kiev, apenas disse que, se não for possível acabar com a guerra, “precisamos seguir em frente”. Trump disse não ser “um grande fã” de Zelensky, reiterou que a guerra não teria começado se ele fosse presidente e prometeu na campanha resolver o conflito em 24 horas.
Resumo
O secretário de Estado americano Marco Rubio afirmou que o presidente Donald Trump está avaliando se é viável encerrar a guerra na Ucrânia, e que o governo decidirá em dias se prosseguirá nos esforços de mediação ou "seguirá em frente", o que sugere a possibilidade de abandono parcial ou total do apoio diplomático a Kiev. Rubio disse que Trump passou 87 dias tentando negociar um acordo; porém não ficou claro se os EUA manteriam compromissos com a Ucrânia. A administração divulgou ter assinado um memorando com Kiev rumo a uma parceria econômica conjunta, o que pode reduzir a probabilidade de um afastamento completo. Críticos reagiram com ceticismo: jornalistas e analistas qualificaram a postura como complacente com Putin, insuficiente para pressionar Moscou e contraditória em relação às promessas de campanha de Trump de pôr fim rápido ao conflito. Na véspera, Trump declarou não ser "um grande fã" do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, repetindo que a invasão não ocorreria sob sua liderança. Rubio também publicou imagens de encontro em Paris com líderes europeus, afirmando que o objetivo continua sendo "parar a matança e alcançar uma paz justa e sustentável". Analistas dizem que decisão terá impacto geopolítico e econômico significativo para aliados europeus.