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Elon VS OpenAI (I read the diary)

Por Matthew Berman

Inteligência Artificial Modelos Tecnologia

Conteudo

TLDR;

Elon processou a OpenAI porque havia doado quando a organização era sem fins lucrativos e se opôs à tentativa de convertê‑la em uma entidade com fins lucrativos para lucrar com essas doações. O diário de Greg Brockman, agora em discovery, revela que ele tinha ambições de se tornar bilionário, embora afirmasse que isso vinha em segundo plano frente à missão da OpenAI. Em 2023 o conselho tentou demitir Sam Altman por não revelar que possuía participação via um fundo e por gerir o próprio fundo da OpenAI, mas Altman acabou voltando e o conselho foi afastado.

Resumo

Este relato resume tensões internas durante a formação e crescimento da OpenAI: Elon Musk foi um dos primeiros financiadores quando era organização sem fins lucrativos, mas saiu após divergências sobre o rumo e desejo de assumir a chefia; anos depois a equipe, liderada por Sam Altman e Greg Brockman, concluiu que seria necessário migrar para um modelo com fins lucrativos para captar recursos substanciais, o que gerou conflitos legais porque doações anteriores de Musk não haviam sido tributadas — resultando em processo. Outros fundadores, como Ilya Sutskever, temiam o abandono do compromisso com código aberto, que acabou se tornando secundário diante dos modelos fechados de alto desempenho. Diários de Brockman desvelaram sua ambição pessoal de tornar-se bilionário, embora afirmasse priorizar a missão, e foram incluídos na descoberta jurídica. A Microsoft, com Satya Nadella, investiu cedo por preocupação com o ritmo da empresa em IA, superando a Amazon; Musk chegou a criticar Jeff Bezos. Em 2023 a diretoria tentou demitir Sam Altman por conflito de interesses relacionado a participações e fundos, mas o episódio resultou em reviravolta e substituição do conselho. O caso expõe tensões entre idealismo, ambição pessoal e pressões financeiras na rápida profissionalização do campo de inteligência artificial globalmente relevante.