Emad Mostaque is SAVING HUMANITY from A.I.
Por Sonia and Simon
Conteudo
TLDR;
Ele quer "salvar a humanidade" alinhando e guiando a IA em vez de tentar pará-la, criando uma internet inteligente open‑source, reformando educação, saúde e governos e usando incentivos como uma moeda digital (foundationcoin) para garantir que a IA sirva ao bem público. A Intelligent Internet é uma empresa/protocolo que desenvolve agentes e pilhas de IA open‑source para áreas como saúde, educação, governo e finanças, com modelos médicos e agentes especialistas — incluindo uma aplicação para checar diagnósticos em clínicas em qualquer idioma — previstos para lançamento no próximo ano e que, segundo o vídeo, já superam médicos em desempenho. A defesa contra escravização ou substituição passa por distribuir propriedade e dados, manter código e modelos abertos, operar IA no edge para proteger dados locais e alinhar incentivos sociais para que a IA complemente e empodere as pessoas em vez de concentrar poder em empresas privadas.
Resumo
Emad Mostaque, fundador da Stability AI e agora da Intelligent Internet, defende um futuro em que a inteligência artificial seja aberta, distribuída e orientada para o bem público. A experiência pessoal com o autismo do filho o levou a abandonar o mercado financeiro para construir IA aplicada à medicina, educação e governo; já lançou modelos de imagem e um modelo médico open‑source que roda offline e pode superar médicos humanos para oferecer segunda opinião. Sua proposta combina um "internet inteligente" de agentes especializados, dados abertos e uma moeda digital chamada foundationcoin para financiar causas como câncer e educação, criando um circuito virtuoso de valor social. Ele insiste na soberania dos usuários, privacidade via processamento na borda e transparência, contrastando com projetos privados de AGI (como XAI/Elon Musk) e modelos comerciais movidos a anúncios. Mostaque alerta que IAs escalarão exponencialmente e que não se deve freá‑las, mas alinhá‑las com incentivos corretos para reformar sistemas sociais, proteger crianças (cuja próxima geração terá relações íntimas com AIs) e evitar vieses ou objetivos corporativos que priorizam lucro sobre interesse público. Ele também pede testes de segurança, uso como apoio clínico em vez de substituição e diz que o design de objetivos determinará seu impacto.