O Novo Humanismo - por Luiza Jarovsky, PhD
Conteudo
TLDR;
O Novo Humanismo é uma reação à onda de IA generativa que prioriza o florescimento humano, desenvolvimento pessoal, bem-estar social e excelência humana sobre o uso prioritário de IA em todas as tarefas.. Ele critica a visão "AI-first" das empresas de IA, que impõe AI em tudo para justificar investimentos, ignorando consequências como fadiga cognitiva, perda de qualidade no trabalho e erosão de instituições sociais.. Não sendo anti-IA, o Novo Humanismo defende que ferramentas de IA sejam opções entre outras para fins humanos, com proteções legais para obras humanas puras e accountability das empresas sob leis existentes.
Resumo
Luiza Jarovsky, PhD, em sua newsletter de edição 273, critica o "mundo AI-first" impulsionado por empresas de IA, que prioriza seus interesses em detrimento da sociedade. Ela denuncia narrativas alarmistas de CEOs como Sam Altman e Dario Amodei, que pregam obediência cega à IA, resultando em demissões, arte gerada por IA que suga trabalhos humanos, ferramentas invasivas de privacidade, decisões governamentais enviesadas e declínio educacional. Essa visão promete "abundância" via mais automação, ignorando bem-estar humano, saúde mental e instituições robustas, beneficiando apenas investidores em uma bolha de IA. Em resposta, surge o "Novo Humanismo", um movimento otimista e em ascensão que não é anti-IA, mas coloca humanos no centro: crescimento pessoal, aprendizado, excelência e florescimento social devem guiar ferramentas como a IA, não o contrário. Defende proteções legais e culturais para obras puramente humanas, accountability de empresas (IA não é "alienígena", mas produto regulado) e rejeita a IA como meta em si. Jarovsky convida leitores a se juntarem, priorizando conexões humanas e desenvolvimento sustentável, em meio a treinamentos e clubes sobre governança de IA que ela oferece. (198 palavras)