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Cognizant planeja cortes massivos de empregos em meio à investida em IA: Relatórios | Spotlight |...

Cognizant planeja cortes massivos de empregos em meio à investida em inteligência artificial.

Demissões Inteligência Artificial Tecnologia

Conteudo

TLDR;

Relatórios indicam que cerca de 4.000 funcionários — quase 1% da força de trabalho global — podem ser afetados, embora a Cognizant não tenha confirmado oficialmente a escala dos cortes. Os cortes fazem parte de um programa de reestruturação para investir em inteligência artificial, ampliar capacidades digitais, capacitar funcionários e reduzir custos, com custos de implementação estimados entre US$230–320 milhões e economias previstas de US$200–300 milhões este ano. Ao mesmo tempo, a empresa pretende contratar mais de 20.000 recém-formados este ano, sinalizando uma mudança do foco em cargos de nível médio para um novo modelo de força de trabalho.

Resumo

Cognizant planeja uma nova rodada de cortes que pode afetar cerca de 4.000 funcionários — quase 1% de sua força global — como parte de um amplo programa de reestruturação voltado a aumentar investimentos em inteligência artificial, ampliar capacidades digitais e requalificar colaboradores. A iniciativa terá custos estimados entre 230 e 320 milhões de dólares, incluindo 200–270 milhões em indenizações e despesas com pessoal e 30–50 milhões em encargos adicionais, mas deve gerar economias de 200–300 milhões já neste ano. A empresa não confirmou oficialmente a escala dos cortes, que, segundo relatos, ocorreriam em várias localidades e unidades, com notificações e remoções de projetos ocorrendo paralelamente a uma contratação planejada de mais de 20.000 recém‑formados, sinalizando migração do modelo de cargos de nível médio. Com mais de 357 mil empregados em março de 2026, dos quais 256 mil na Índia, esse país provavelmente seria o mais afetado. Este é o segundo ciclo de demissões sob o CEO S. Ravi Kumar; cortes anteriores eliminaram cerca de 3.500 vagas não faturáveis. O movimento reflete uma tendência do setor tecnológico — de Oracle, Meta e Microsoft a Amazon e TCS — de priorizar automação e eficiência para reduzir custos e aumentar margens e melhorar competitividade.