Era mais divertido antes da IA.
Era mais divertido antes da inteligência artificial?
Conteudo
TLDR;
O autor diz que a IA trouxe ganhos de produtividade e utilidade, mas também tornou o trabalho de programação menos prazeroso para ele.. Ele explica que antes gostava de escrever código, aprender tecnologias e entrar no “flow”, algo que sente ter sido diminuído pela IA.. A conclusão é que a IA veio para ficar e que, mesmo com incômodos, ele tenta se adaptar usando essas ferramentas sem abandonar os fundamentos.
Resumo
O autor, Max, compartilha uma visão ambivalente sobre a inteligência artificial: ao mesmo tempo em que reconhece seu enorme potencial para acelerar o trabalho, aumentar a produtividade e ajudar no aprendizado, também admite sentir frustração e até tristeza com a mudança que ela trouxe para sua rotina como desenvolvedor. Ele usa ferramentas de IA, como Claude Code, Codex e agentes próprios, em projetos pessoais e profissionais, inclusive para criar sites, ferramentas internas e até resolver tarefas simples do dia a dia, como inverter a rolagem de um mouse. Porém, destaca que seu papel mudou de escrever código e entrar em “flow” criativo para revisar especificações, orientar a IA, corrigir resultados e escrever testes, atividades que considera menos prazerosas. Para ele, a grande perda é a diminuição do prazer de programar manualmente, explorar soluções e construir software passo a passo. Ainda assim, reconhece que a IA veio para ficar, que desenvolvedores precisam aprender a usá-la e que fundamentos continuam essenciais. No fim, afirma que está tentando se adaptar, ensinar o uso dessas ferramentas e preservar o ensino da base da programação.