Alunos doutrinados pelo marxismo cultural surram professor conservador em São Paulo
Por Revista Oeste
Conteudo
TLDR;
O professor Gabriel Sepaluni foi agredido fisicamente por estudantes da União da Juventude Comunista no campus da UNESP em Franca, interior de São Paulo, com empurrões, socos no rosto e cabeça, roupa rasgada e derrubado no chão.. Os estudantes hostilizaram o professor conservador com gritos de racista e fascista por suas defesas das liberdades individuais, classificando suas posições como perigosas e elitistas.. A UNESP afirmou ter tomado providências legais e administrativas para apurar os fatos, enquanto a representante Gabriele Nascimento defendeu o ato como manifestação política legítima.
Resumo
No campus da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Unesp em Franca (SP), o professor Gabriel Sepaluni, docente de relações comerciais internacionais e análise de política externa, foi agredido por estudantes do movimento União da Juventude Comunista. Ao chegar para dar aula, foi hostilizado com gritos de "racista" e "fascista", empurrado, socado no rosto e na cabeça, teve a roupa rasgada e foi derrubado no chão, sem revidar. Ele atribui o ataque à intimidação por suas defesas às liberdades individuais e ao debate plural, criticando a omissão da universidade, que não chamou a polícia nem interveio. A representante do movimento, Gabriele Nascimento, classificou o ato como manifestação política legítima contra posições "perigosas e elitistas" do professor, alegando lesões em quatro alunos. A Unesp prometeu apurar os fatos. Debatedores como Ana Paula Henkel, Alexandre Garcia e André Marcilha condenaram a violência da esquerda, comparando-a à juventude hitlerista e invocando Orwell ("o ódio é amor"), lamentando a impunidade, o assassinato recente de ativistas conservadores como Charlie Kirk e a ausência de debate nas universidades brasileiras, que formam militantes radicais incapazes de pluralismo. Redefiniram extremismo como impedir o diálogo, não defender ideias. (198 palavras)