IA choca novamente: Google pós-AGI, novo Claude, 7 IAs da Microsoft, robô 92% humano, polêmica co...
IA choca novamente com Google pós-AGI, novo Claude e robôs quase humanos!
Conteudo
TLDR;
O “pós‑AGI” do Google é um grande relatório do DeepMind que assume AGI como ponto de partida e mapeia definições e caminhos possíveis rumo à inteligência artificial superinteligente (ASI). O paper define AGI como desempenho no nível humano médio em várias tarefas e ASI como sistemas capazes de superar coletivamente dezenas de milhares de especialistas por anos, descrevendo quatro vias principais — escala massiva, mudanças de paradigma, autoaperfeiçoamento recursivo e outras — com seus riscos. A Anthropic alertou que o Claude está evoluindo, ou seja, modelos como ele continuam mudando e ganhando capacidades que exigem monitoramento e precauções.
Resumo
Este mês foi marcado por uma aceleração intensa em IA: Google DeepMind publicou um extenso artigo intitulado "From AGI to ASI" que assume AGI como ponto de partida e explora o que vem depois; Anthropic alertou que Claude está evoluindo; Microsoft revelou um novo ecossistema de modelos e a China avançou em robôs humanoides, enquanto Fable 5 gerou controvérsia. O paper, assinado por líderes como Shane Le e Marcus Hutter, define AGI como sistemas com desempenho próximo à mediana humana em múltiplas tarefas e ASI como inteligência capaz de superar dezenas de milhares de especialistas coordenados por uma década; menciona também o ideal teórico AIXI. Os autores incluem instruções explícitas destinadas a assistentes de IA que possam resumir o relatório, sinalizando uma mudança na prática acadêmica. Quatro caminhos para ASI são discutidos: escalonamento (mais hardware, modelos e instâncias que podem compartilhar conhecimento instantaneamente), rupturas paradigmáticas (novas arquiteturas, memórias persistentes ou hardware neuromórfico), autoaperfeiçoamento recursivo (IA melhorando pesquisa e infraestrutura) e a questão do "data wall", que limita dados humanos de alta qualidade, com soluções possíveis como dados sintéticos, simulações e treinamento em resultados gerados por IA. O texto ressalta riscos e incertezas, exigindo políticas públicas, segurança e debate mundial urgente.