O novo CARBON do Google é agora a IA mais poderosa do mundo
O novo CARBON do Google já domina como IA mais poderosa do mundo, redefinindo fronteiras da inteligência artificial.
Conteudo
TLDR;
É o Gemini 4 Carbon, o novo modelo do Google oficializado em 28 de outubro que rapidamente assumiu a liderança em vários rankings de IA. O acesso é restrito a um pequeno grupo de defensores de segurança cibernética e testadores selecionados, e o Google não divulgou quando vai liberar para mais pessoas. Ele se destaca por memória longa (cerca de 1 milhão de tokens), competência em raciocínio complexo, pesquisa científica, multimodalidade (texto, imagem, fala e vídeo) e pontuações de topo em vários benchmarks.
Resumo
O Google lançou oficialmente, em 28 de outubro, o Gemini 4 Carbon — um modelo multimodal que rapidamente retomou a liderança em várias tabelas de desempenho da indústria, superando Claude Opus 5.5 e GPT‑6 Astra, mas está disponível apenas a um pequeno grupo de defensores de segurança, sem data pública de liberação ampla. Em duas semanas o Carbon subiu de 50 (Argon) para 59 no Artificial Analysis Index, venceu 12 de 14 benchmarks principais do Google e ganhou rankings independentes; destaca‑se por memória longa (processa ~1 milhão de tokens, ~1.500 páginas) e por ler texto, imagem, áudio e vídeo. Em testes de contexto extenso obteve 96,2%, e teve desempenho excepcional em ciência (Riemann Bench ~80%), HLE Diamond (69%), pesquisa científica (~65%) e programação (Terminal Bench 65,2%). É particularmente forte em tarefas de agentes de longa duração e persistência, com custos de execução mais baixos, o que suscitou preocupações sobre autoaperfeiçoamento recursivo, já que Google diz que pesquisadores e modelos trabalham lado a lado. A estreia contrasta com resultados financeiros modestos da Alphabet (fluxo de caixa livre negativo >US$9 bi no trimestre e queda das ações), e as demonstrações iniciais — como renderização 3D detalhada e código interativo — impressionaram testadores, reforçando a ideia de um avanço técnico significativo, porém ainda restrito.