Arte
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Navigating Art in the Age of AI with Stephen Barany, MFA
Arte na era da IA ganha novo pulso com Stephen Barany, MFA: criatividade, ética e o papel humano diante das máquinas.
Foto de Rodrigo Palhano
https://youtube.com/@institutodoimaginario?si=qVj-Y4WS5JFTGP0e
https://youtu.be/Y0jSAWImghA?si=8YzWR4XF00gXqBvm
https://x.com/KeithSakata/status/1946174364258308343
What if Artists Were Your Strategic Weapon in the Boardroom?
This isn’t just a provocation. It’s a call to rethink who we allow to shape the future of business.
Pedro Cardoso on Instagram: "Bom dia. No primeiro vídeo, temos um registro da maldade presente por si mesma; no segundo, a mesma maldade agora representada numa cena de ficção pelo grandíssimo ator Bruno Ganz. Um personagem existe numa relação dialética com outros personagens. A arte de contar histórias inventadas (mesmo quando retratam fatos acontecidos) chama-se dramaturgia. Personagens só são expostos numa dramaturgia. Personagens são arquétipos sociais. O soldado, o patrão, o fraco, o forte,
13K likes, 609 comments - pedrocardosoeumesmo on June 7, 2025: "Bom dia. No primeiro vídeo, temos um registro da maldade presente por si mesma; no segundo, a mesma maldade agora representada numa cena de ficção pelo grandíssimo ator Bruno Ganz. Um personagem existe numa relação dialética com outros personagens. A arte de contar histórias inventadas (mesmo quando retratam fatos acontecidos) chama-se dramaturgia. Personagens só são expostos numa dramaturgia. Personagens são arquétipos sociais. O soldado, o patrão, o fraco, o forte, o machão, o gay, a feminista etc. Personagens não são pessoas. Eles não existem na realidade, não possuem a complexidade biográfica de pessoa real. Personagens representam tendências dominantes da psicologia humana, em algum contexto histórico. Personagens se explicam pela relação com outros personagens que participam da mesma história. Mesmo em um monólogo, o personagem não está sozinho; mesmo que esteja preso numa solitária, o personagem tem a companhia dos personagens que estão ausentes. Subir em um palco e contar piadas não implica necessariamente em haver um personagem, embora um contador de casos cômicos pode, em sua narrativa pessoal, dar visão dos personagens da história. Para haver o personagem, no entanto e sempre, há que haver a dialética de seus antagonistas. A diferença entre dramaturgia e o discurso político (cômico) é que este é publicidade ideológica, associação de um grupo de ideias a um resultado prometido; e aquele não promete nada, é exposição dialética dos interesses humanos. O político, responde (qualquer coisa, por sinal); o artista, pergunta. O tal stand up pode ser teatro se as histórias forem contadas pela dialética relação de personagens vários. E será discurso político quando a entidade em cena for a persona narrativa do autor e a visão de mundo exposta não receber oposição de outras. A mensagem do discurso político constituí-se dela mesma apenas. A mensagem da dramaturgia se dá no embate entre diversas divergent
5 of the most misunderstood quotes in philosophy
The internet age lends itself to beautifully lettered philosophy on pretty backgrounds. Unsurprisingly, much is lost in the process.
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